Procon divulga preço do combustível durante período de paralisação dos caminhoneiros

04/06/2018

Desde o início da paralisação dos caminhoneiros, o Procon Barretos realizou um acompanhamento em todos os postos de combustível verificando se existia uma alta do produto, e essa alta foi considerada razoável devido ao momento. “Nós fiscalizamos e constatamos a necessidade de um processo para apurar responsabilidades e analisar se a alta pode ser considerada abusiva, ou não. Esse processo está sendo feito com base do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. A multa só está saindo de pronto direto, quando há um preço de gasolina, por exemplo, mais de cinco reais em Barretos, mas, não foi constatado”, explicou a coordenadora executiva do Procon, Joana Soleide.
Segundo Joana Soleide, em Barretos, não teve nenhum  posto de combustível que estaria vendendo a gasolina acima de cinco reais. “Fizemos uma planilha baseada em auto de constatação de fiscalização no local, com o preço do combustível de cada um dos pontos”, relatou Joana.  
Segundo ela, houve muitas denúncias “fakes” por meio digital, divulgando imagens de outras cidades, relatando que era de Barretos o registro de possíveis abusos. Sem informações corretas, as denúncias falsas acabaram atrapalhando o desenvolvimento do trabalho da equipe do Procon. “Existe todo um trabalho, funcionário, combustível que para nós também está difícil para ir ao local e chegávamos lá, nós constatávamos que tinha sim uma alta, mas não era aquilo que estavam divulgando”, apontou Joana Soleide. 
A alta que foi constatada em alguns postos de combustível foi documentada, realizado o auto de constatação, notificada para comparar com as notas de compra do combustível e será avaliada e, assim que o órgão decidir, o posto de combustível poderá ou não receber a multa. 
Alimentos
O Procon também analisou alguns produtos da cesta básica e encontrou alta de preço em alguns produtos. Durante a paralisação e após o fim do movimento, Barretos anotou a falta de muitos alimentos básicos, tais como arroz, feijão, cebola, cenoura e batata. Quando o consumidor encontrava o produto, constatava o preço mais alto. “É a lei da oferta e procura, mais não está organizado e tudo isso são procedimentos que demoram e estão sendo analisados”, explicou Joana. 
A orientação do órgão é para que se algum consumidor for lesado deve exigir a nota fiscal e, havendo a constatação e comprovado que houve um ganho desproporcional dos comerciantes nesse período, essa nota fiscal pode ser usada para pedir a devolução do valor pago a mais. 
 

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