Economia

Preço do gás deve subir em ao menos 15 estados até o fim do ano, e inadimplência cresce



O “choque de energia barata” prometido pelo governo Jair Bolsonaro ainda não chegou ao mercado de gás natural. Levantamento feito pela Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (Abrace) aponta para aumentos de até 23% em pelo menos 15 estados neste fim de ano, o que anulará boa parte das quedas registradas a partir de março, quando a pandemia do coronavírus começou a avançar no país.

Os reajustes devem gerar um aumento de custos para as empresas, que poderão repassá-los para o preço final de seus produtos, onerando, na ponta, o consumidor. A alta ocorre no momento em que as distribuidoras vêm sofrendo com o aumento do calote. Em São Paulo, distribuidoras já estão até abrindo rodada de negociações com os clientes.

Já o gás de botijão subiu 16,6% no ano, levando empresas da dar brindes e fazer promoções para atrair clientes.

 


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