Saúde

Infectologista do Grupo São Francisco reforça a importância da vacinação



A vacinação é o principal assunto do momento no Brasil, já que nesta semana os profissionais da saúde começaram a receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19.
Neste contexto, a médica infectologista Sílvia Fonseca, diretora regional de infectologia do Sistema Hapvida, que administra o Grupo São Francisco, reforça a importância da conscientização da população quanto à vacinação e da manutenção das medidas de combate ao novo coronavírus.
"As pessoas devem se vacinar, pois esta é a melhor maneira de combater uma série de infecções. As vacinas são seguras, não é preciso ter medo", afirma Sílvia Fonseca.
"Hoje, não vemos mais doenças como a paralisia infantil ou a difteria, por exemplo, porque temos as vacinas. E em relação a essa nova doença tão assustadora que é a Covid-19, agora, nós temos duas vacinas que já foram autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), portanto você deve se vacinar quando for a sua vez", completa.
A médica destaca ainda que a erradicação de várias doenças só foi possível com a aderência da população à vacinação.
A médica orienta que para receber a vacina contra a Covid-19 ou qualquer outra, a pessoa precisa estar em boas condições de saúde. "Não pode estar com febre ou se recuperando de uma doença grave. O responsável no posto de vacinação é quem irá definir e orientar quem pode ou não receber a vacina. Portanto, siga as instruções e vá ao posto de vacinação de sua cidade quando for a sua vez".
O Ministério da Saúde orienta que os estados e municípios devem seguir o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid- 19, coordenado pelo Programa Nacional de Imunização, que prepara os ciclos de vacinação de acordo com os grupos prioritários definidos em estudos populacionais com a comunidade científica.
O Brasil conta, neste momento, com 6 milhões de doses do imunizante disponibilizado pelo Instituto Butantan, que foram distribuídas pelo Ministério da Saúde aos 26 estados e ao Distrito Federal, de forma proporcional e igualitária.
De acordo com a pasta, neste primeiro ciclo de aplicação de doses serão contemplados profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência vivendo em instituições e indígenas aldeados.
Cuidados
prevalecem
A infectologista Sílvia Fonseca reforça o alerta de que, mesmo que a pessoa já tenha recebido uma ou até duas doses da vacina contra a Covid-19, as medidas de combate ao novo coronavírus devem ser mantidas.
"Para combater essa doença precisaremos da vacina, mas também de seguir com as medidas de segurança por meio do uso de máscara, álcool em gel, higienização constante das mãos. Até que todo mundo esteja imunizado, todas essas medidas ainda serão muito importantes", concluiu.


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