Ribeirão Preto, interior de São Paulo registrou os primeiros casos confirmados de Mpox em 2026, acendendo um sinal de alerta nas autoridades de saúde pública da região. 
De acordo com informações oficiais, dois casos da doença foram confirmados no município, ambos em homens adultos, e as equipes de vigilância epidemiológica já iniciaram as investigações e monitoramento dos contatos próximos para conter a transmissão. 
A Mpox — doença viral causada pelo vírus MPXV, da mesma família da varíola — voltou a ser destaque no cenário sanitário brasileiro neste ano, com registros em diversas cidades e estados. No estado de São Paulo, pelo menos 44 casos foram confirmados em 2026, segundo dados atualizados pelo Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde. 
As autoridades ressaltam que a forma de transmissão é principalmente por contato próximo com lesões, fluidos corporais ou secreções de pessoas infectadas, e que sinais como febre, dores musculares e erupções cutâneas devem ser observados. Especialistas defendem que não há indicação de uma nova pandemia, mas que a situação exige atenção e medidas de prevenção. 
A Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto não divulgou detalhes sobre o estado clínico dos pacientes, tampouco se há relação entre os casos. Entretanto, reforça a importância de procurar atendimento médico em caso de sintomas compatíveis e de seguir orientações de vigilância epidemiológica. 
A reemergência da Mpox nos municípios do interior paulista ocorre em meio a um cenário de monitoramento ativo por parte das equipes de saúde no estado, que continuam a acompanhar notificações suspeitas, testar casos e acompanhar a evolução clínica dos infectados.