O reajuste do salário mínimo previsto para 2026 deve injetar aproximadamente R$ 81,7 bilhões na economia brasileira, segundo estimativas econômicas. O aumento tem impacto direto sobre o poder de compra de milhões de trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas sociais vinculados ao piso nacional.
O valor reajustado do salário mínimo influencia diretamente a renda de cerca de 60 milhões de brasileiros, incluindo aposentados e pensionistas do INSS, além de trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que recebem o piso. Com mais dinheiro circulando, setores como comércio, serviços e indústria tendem a ser os mais beneficiados.
Especialistas apontam que o reajuste contribui para a dinamização da economia, especialmente em municípios de pequeno e médio porte, onde o salário mínimo representa parcela significativa da renda local. O aumento também pode ajudar na redução das desigualdades sociais, ao elevar o rendimento das camadas mais vulneráveis da população.
Por outro lado, o impacto fiscal também é acompanhado de perto pelo governo federal, já que o salário mínimo serve como base para o pagamento de benefícios previdenciários e assistenciais, pressionando as contas públicas.
O novo valor do salário mínimo para 2026 deverá seguir a política de valorização que considera a inflação acumulada e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), buscando equilíbrio entre ganho real para os trabalhadores e responsabilidade fiscal.